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(Zelda) Misko, the Great Bandit, Hestu, The Priceless Maracas, Ta'loh Naeg Shrine, Kakariko Village, The Great Fairy Cotera, Arrows of Buning Heat e esquema para ganhar dinheiro

Misko, the Great Bandit


Como falei no post anterior, antes de mais nada queria saber o que seria este tesouro do Misko. Procurei no mapa a nascente do rio e fui para lá, a sudeste do estábulo. Na nascente, subi até encontrar uma rocha que poderia explodir com bombas. Isto feito, uma gruta apareceu, com 6 baús de tesouro cheio de gostosuras, uma das quais esta Flameblade. Demais!!! Ela tem fogo mesmo. Posso acender fogueiras e faz um estrago nos mobs! Usando com cuidado para não estragar. rs

Hestu, The Priceless Maracas


Tapando os olhos, segui diretão para Kakariko village. No caminho encontrei uma figura engraçada, Hestu, falando que suas maracas tinham sido roubadas. Como parecia bem pertinho e não me desviaria muito, resolvi ajudar.

Era um acampamento de bandidos bem próximo mesmo. Matei todos e peguei as maracas. Voltei, entreguei e como recompensa ele transforma os Korok seeds em aumentos da capacidade de armazenamento de armas, escudos ou arcos. Escolhi aumentar as armas primeiramente e fiz isto duas vezes. Infelizmente depois da segunda ele disse que teria que ir embora, mas que posso encontrá-lo sempre que tiver mais sementes, na Floresta Korok. E ainda explica que se eu me perder, devo seguir o Rio Hylla e continuar para o norte.

Ta'loh Naeg Shrine


Logo na entrada da vila Kakariko tem um caminho estreito lateral à direita. Subindo por ele encontra-se a nova Shrine. Ela consiste apenas em executar alguns movimentos de defesa e ataque. Realizando-os consegue matar o mob e a porta se abre. Tem 3 baús gostosos aqui.

Kakarico Village


Chego finalmente à vila. Primeira coisa encontrar Impa e encerrar a quest Seek Out Impa. Descobrir sua localização é fácil, pois todos parecem impressionados com meu Shellah Slate. Ela é uma senhorinha velhinha velhinha que esteve mais de 100 anos à espera do despertar de Link para lhe transmitir a mensagem de Zelda. 4 novos pontos de objetivos são traçados em meu mapa, como podem ver acima e são relativos à localização das 4 bestas que devo libertar antes de ir lutar com o malvadão e salvar a Zelda.


Ela também fala que posso recuperar minhas memórias e que para isto devo ir para Hateno Village e procurar um laboratório de pesquisas lá. Ok... Próximo objetivo. Se bem que...



Tentações não faltam. lol Vou pensar no que fazer primeiro.

The Great Fairy Cotera


Eu até subi em um monte elevado que tem acima da Shrine para ver se encontrava a tal da fonte, mas lá em cima só tinha umas plantas. Olhando com o zoom, acionei uma pequena cutscene. Eu também vi uns cogumelos brilhando a oeste do monte e já que estava ali mesmo, fui conferir.


Mas num é que era a tal fada? Depois de ajudá-la com dinheiro, ela se dispõe a melhorar minhas roupas, mas antes preciso comprar uma roupa que possa ser melhorada. Volto à Vila Kakarico para shopping.

Arrows of Buning Heat


Karariko Village tem lojinhas também. Oba! Em uma delas, a de arcos, a proprietária me passa uma quest em que devo atear fogo nas tochas próximos à deusa. O problema é que as tochas estão mergulhadas na água, mas resolvo com flechas de fogo, acendendo-as na fogueira próxima e lançando-as dali mesmo.


Chegando na loja de roupas eu comecei a salivar. Dois conjuntos de roupas, um hiper caro e outro mais ou menos acessível e ainda protegendo contra calor e tempo. Oh Pai! Eu estava tão sem dinheiro!!! O Thiago Fodão Andrez, sempre ele, me salvou com uma dica para ganhar dinheiro fácil. E esta imagem aí em cima é o resultado disto.

Fazendo dinheiro rápido


O esquema é que o Beetle ou a Beetle, nunca sei direito, uma pessoa com uma mochila enorme nas costas que encontramos às vezes pelo caminho, paga 100 rupees, mas atenção porque tem um truque: ele/a só paga isto quando fazemos e vendemos lá na estalagem/estábulo onde aprendemos sobre os cavalos. Transportei.

A receita para o elixir é 4 Bokoblin Fangs (pega daqueles esqueletos noturnos) e 1 Restless Cricket (gafanhoto). O gafanhoto a gente acha cortando grama. Eu nem sabia que dava para fazer isto. lol Tem que pegar uma espada de metal e cortar usando o Y. Prestar atenção para usar o A rapidinho quando aparecer um ou ele voa.

Fiz acho que 9 deles e vendi, conseguindo 1.400 rupees. Usei 100 com a fada e com os 1.300 restantes comprei o capuz de proteção para o sol e tempo e a calça e blusa que diminuem meu barulho e facilita me aproximar de monstros sem ser detectado. Uhuruuuuu!!! Queria comprar tudo, mas preciso de mais itens.

Voltei à Fada para ver o que ela faria com minhas novas roupas.


Cara, isto é bom heim?!?! Pior que a bandida me diz agora que se eu tiver um conjunto, terei um bônus. E eu não tenho!!! Capuz para completar meu conjunto custa $500 rupees. E estou a zero. Jeito é fazer mais elixires.

Depois. Agora...

Comprei Persona 5 e estou doida para pelo menos dar uma olhadela. Ainda hoje ou amanhã falarei sobre minhas primeiras impressões.

Inté!

(Zelda) Ha Dahamar Shrine - The Water Guides You e um cavalo para chamar de meu!


Quando ganhei o parapente, também ganhei 2 missões principais. Uma é matar o bandidão e libertar Zelda e o mundo. Outra é ir até o vilarejo de Kakariko e falar com Impa. Isto foi alguns dias atrás. Tá ali. Tão perto! E tão longe!

O que é mais legal e ao mesmo tempo mais desconcertante em Zelda é isto: você não consegue manter o foco. Você está indo para a frente, por exemplo. Seu objetivo está a poucos metros. Daí à esquerda ou à direita, você vê algo que você quer: uma árvore que pode conter ovos, frutos ou cogumelos, uma ave ou animal que pode matar, uma construção diferente, uma florzinha que pode ser um Korok, uma pedra que pode explodir para obter uma gema, algum npc, uma fogueira... Eu penso: "vou, pego (ou faço, converso, etc...) rapidinho e volto para meu caminho.". Aí quando chego lá, à frente, tem algo mais que me interessa e quando vejo, já fui, horas se passaram, esqueci completamente o foco anterior. As distrações para te seduzir são infindáveis. A melhor forma de jogar é simplesmente relaxar e deixar acontecer. lol

Olha a distração: você pensa em matar o bichinho para pegar sua carne e chifres, etc...
Ele começa a correr. Você vai atrás. Já era. Adeus foco anterior. lol

Bem... No caminho até a vila, encontrei a Shrine anterior e com muita dificuldade, sendo bastante determinada, consegui chegar até uma estalagem onde poderia aprender a domar cavalos, porque acho que preciso de um cavalo aqui. rs

Ah... Pera... Antes disto eu fui na torre da área. Me falaram que a principal coisa a se fazer quando se chega em uma nova área é ir até a torre, porque nela você ganha o mapa da região e como bonus pode usar o zoom para procurar novas Shrines.

As torres são sempre vermelhas até que você as acione, quando se tornam azuis.

Nesta torre ganhei um sensor de proximidade de Shrines. É um ícone na tela que pisca e ganha uns círculos quando você está indo em direção à uma Shrine.


Cheguei na estalagem e estábulo Dueling Peaks Stable. Uau. Parecia um playground de tanta coisa gostosa. lol

Tem vendedores, gente explicando coisas, itens, fogueira, uma Shrine, o estábulo onde se registram os cavalos e... cavalos selvagens para capturar e domar.



O esquema para pegar um cavalo é simples: aperta o botão de movimentação para baixo para o Link andar agachado e não ser detectado pelos cavalos. Vai se aproximando devagar de um deles e quando chegar perto, A para montar e ele vai começar a escoicear para se livrar de você. Tem que ir usando o L até domar. Peguei o mais bonito que vi, todo malhado, fiquei toda feliz e logo depois o Thiago Andrez, meu amigo fodão em Zelda, falou que os de uma só cor são melhores. Estraga prazeres! :(

Depois de domar um cavalo é necessário voltar à estalagem para registrá-lo.
A partir de então estará disponível sempre que apitar, embora parece que temos
que estar relativamente próximos a um estábulo.
Eu tentei pegar um de uma só cor, mas eles escoiceiam demais e minha stamina acabava e eu caia. Podia ter usado um elixir de stamina ou uma comida, mas quero dar umas voltinhas com meu dócil Malhado antes. :D

Bem na frente da estalagem fica uma Shrine. Ela está cercada por espinhos. Tentei tacar fogo, mas eles estão molhados de água e não queimam. O jeito foi subir no barranco próximo e tentar pousar na pequena área de entrada.

Muita atenção nesta hora!!! Subindo no barranco, tem uma pedra para explodir e um pequeno caminho. Seguindo o caminho tem mais pedras. E depois tem um acampamento de bandidos. Já sabe, né? Foco!!! lol

Depois das pedras e dos bandidos, voltei ao barranco e consegui pousar.



Como o nome indica você usará o poder de criar plataformas à partir de água. Não é difícil, realmente. Eu descobri sozinha a solução e me senti o próprio crânio de tão esperta. Zelda faz isto conosco: nos ilude para pensarmos que somos espertos demais e eu sempre caio. kkkkkk




Ok. Sem tesourinho nesta Shrine. Peguei meu orb e me fui.

Vilarejo Kakariko cada vez mais perto, eu poderia chegar lá hoje. Mas quando estava na estalagem, ouvi uma conversa muito interessante:



Eu TENHO que checar isto. Vocês entendem, não? rsrs

Mapa até o momento. Estábulo, estalagem, as duas Shrines. Círculo acima é onde tenho que ir para a quest principal.
Pontinho na ponta inferior é para onde vou.

(Zelda) Bosh Kala Shrine - The Wind Guides You - O vento te guia


Quando ganhei meu parapente, também ganhei uma nova quest principal, chamada Seek Out Impa, em que devo ir até um vilarejo chamado Kakariko e falar com Impa. A localização fica marcada no mapa quando você deixa esta quest ativa usando o A. No caminho para lá, encontrei uma nova Shrine.

Karariko Village é o ponto em amarelo. Bosh Kala Shrine é o ponto azul onde estou.

Esta Shrine é simples. Tudo o que se tem que fazer é usar o vento dos ventiladores para ajudar a chegar do outro lado das plataformas usando o parapente. Precisa correr com o B e na pontinha pular e logo em seguida acionar o parapente. B + X + X.

Me deu um certo trabalho conseguir isto, e são necessários alguns pulos para pegar tudo. Além do orb, o baú próximo a ele dá uma boa arma. A melhor até agora:


Prosseguindo...

Zelda - Respiração Selvagem: primeiras impressões

Já podem ter imaginar quais são minhas primeiras impressões, não? lol

Conforme meu último post, depois de Final Fantasy XV fiquei sem ter um jogo para chamar de meu por dois meses. Tentei The Last Guardian, The Witcher 3 e Horizon Zero Dawn sem conseguir gostar de nenhum deles. Estava aguardando o lançamento de Persona 5 dia 04 de abril, semana que vem, quando surgiu a oportunidade incrível de comprar um Wii U usado à um preço incontestável. Comprei. Só para jogar Zelda. Nunca tinha jogado. Foi uma loucura, porque se não gostasse... Tudo bem, posso vender o Wii U, mas eu não queria uma nova decepção.

A primeira impressão, mal comecei, foi de familiaridade, de estar no meu ambiente, no tipo de jogo que gosto, mesmo sem nunca ter jogado um Zelda antes. Eu nem sei explicar porque parece tão familiar. Acho que o visual cartoonizado, o esquema todo à antiguinha, sei lá. rs

Não que ele seja menos moderno ou feio ou desajeitado, que é o que pensamos quando nos referimos à jogos antigos. Apesar de não ter a mesma definição gráfica de jogos de PS4, Zelda é super bonito, bem feito, com alguns elementos e efeitos especiais muito modernos e total e absolutamente intuitivo. Não precisa daquele monte de tutoriais e a tela é limpa, com quase nada de informações.

Jogabilidade simplificada

A história é bastante simples: eu sou Link, o tradicional herói de Zelda, que acorda em uma câmara de suspensão onde estava adormecido. Aparentemente 100 anos atrás um demônio chamado Calamity Ganon destruiu o reino de Hyrule e agora está em um castelo contido pela princesa Zelda, cujas forças estão prestes a acabar. Fui despertado do sono secular para derrotá-lo, salvando o reino e a princesa. Simples e eficiente. A luta final está disponível em poucos minutos após o início do jogo, mas recomenda-se antes fazer 4 shrines (dungeons) para readquirir o controle de 4 feras que poderão ajudar na luta com o boss.

A primeira coisa que chamou minha atenção foi que consegui escalar uma parede em um ponto qualquer, sem nenhuma marcação e depois descer por outro ponto qualquer. E é assim sempre: Link pode subir em qualquer coisa, praticamente. As árvores contém frutas que podem ser colhidas e ninhos de pássaros com ovos que podem ser coletados. Encontramos alimentos como cogumelos e plantas pelo chão e todos eles podem ser comidos crus ou cozidos separadamente em fogueiras ou agrupados quando se tem uma panela. Você pode adicionar até 5 ingredientes e descobrir receitas. É super gostoso! Além da liberdade de ousar e experimentar ingredientes diferentes, faz um barulhinho legal e os itens ficam pulando na panela. rs

Minha primeira comida não foi lá grande coisa. lol

Para cozinhar, primeiro tem se que encontrar uma panela com uma fogueira acesa embaixo. Se encontrar a panela mas o fogo estiver apagado, você deve ter ou uma tocha ou um galho, aproximar-se de uma fogueira acesa nas proximidades e atear fogo no item, levando-o até a lenha embaixo da panela. Com este método você, aliás, pode queimar qualquer coisa de madeira. Caixotes costumam conter algum alimento que é revelado depois de queimado. Portas de madeira podem ser abertas assim e também como defesa contra abelhas (se você quiser pegar o mel da colmeia sem morrer) ou morcegos que aparecem à noite ou qualquer outro mob.

A segunda já foi melhorzinha.

As armas vão sendo encontradas pelo caminho. No início é um simples pedaço de pau, depois algumas espadinhas, um machado, arco, depois flechas simples, mais para a frente flechas de fogo, vai aumentando o poder e complexidade das armas. Todas elas se desgastam e quebram depois de algum uso. Apego não é estimulado no jogo. rs




Logo na primeira fogueira encontrei um velho com quem conversei. Ele me fala algumas coisas sobre o mundo em que estou. Parece que esta é uma pequena área isolada do restante maior do reino de Hyrule e para sair e ir para a outra parte, incluindo o castelo onde está a princesa e o monstro, devo adquirir um parapente que permitirá ao Link pular de grandes alturas e aterrissar a salvo. O velho pode me dar um em troca de tesouros. Ele me pede para entrar em 4 Shrines e pegar o tesouro delas. Eu vou. Fazer o quê?

Estas Shrines são bem legais (até o momento). Elas consistem basicamente na resolução de algum quebra-cabeças e em cada um eu ganhei um artefato com algum poder sobre a matéria para ajudar na solução. No primeiro ganhei um imã que move objetos metálicos, no segundo um lançador de bombas incrível, no terceiro um mecanismo de parar o tempo, imobilizando objetos e no quarto um fazedor de pedestrais de gelo à partir de água, útil para subir em lugares altos ou desbloquear o caminho. É, tipo... sensacional, do car... !!!! kkkkk


Quando se finaliza uma Shrine ganha-se um um Spirit Orb. Troca-se 4 deles por, ou um aumento de vida ou um aumento na stamina. Stamina é o que o Link usa para correr, escalar ou nadar. Se acabar no meio, end game, ok? Troca-se rezando no Templo do Tempo. Esta construção grande logo no início do game.

Embaixo de uma pedra encontrei esta figura e ganhei um item. Parece que existem 900 deles no jogo e estes itens podem ser usados para aumentar o espaço de armazenamento de armas. Encontrei outro passando entre algumas flores.

Muito bem. Fiz as duas primeiras. A terceira e a quarta estavam em um lugar gelado. Bom, lá tem noite e dia, tem lugares que ventam, etc... E tem este lugar gelado e imagino que tenha lugares quentes também. Link perde vida rapidinho quando está muito frio.

Bem... Eu tinha descoberto umas receitas que davam imunidade contra frio (tudo que usa pimenta como ingrediente) e tentei, mas eu não gosto desta coisa de tempo contado e também tinha lido o diário do velho, quando descobri a cabana onde morava, que ele tinha uma receita perfeita contra o frio, mas tinha esquecido do terceiro ingrediente e recompensava com uma túnica contra frio.



Fui atrás da comida. Os ingredientes são o peixe de Hyrule, carne crua de caça e pimenta picante. Para facilitar, aqui está um gameplay mostrando como fazer a quest toda:



Pescar os peixes é bem fácil. Só ir neste lugar indicado e entrar na água e pegar. Agora a tal da carne crua. É na Floresta dos Espíritos. Recomendo ter flechas de fogo. Primeiro que é muito difícil encontrar um bichinho dando sopa por lá e segundo que eles correm assim que você se aproxima. O botão de caminhar, pressionado para cima, faz o Link andar agachado, sendo mais fácil se aproximar.

Minha roupa contra frio.

Tendo a roupa foi rapidinho ir nas últimas duas Shrines e conseguir os dois últimos orbes. Fui até o Templo do Tempo trocá-los e lá encontrei o velho que finalmente me daria o parapente para sair daquele pequeno mapa. O tempo todo desta quest de 4 partes eu encontrei o velho em vários lugares e me perguntava sobre quem seria.

No topo do templo ele finalmente revela sua história e todos os detalhes da história do monstro, Zelda e também sobre uma lenda a respeito do herói adormecido, Link, lógico. Ele pede para que mate o monstro e salve a princesa e o reino antes de desaparecer.



E eu, finalmente usei o parapente e ganhei o mundo de Hyrule!



Aqui está o mapa desta pequena parte. Cada Shrine é um dos quadradinhos azuis, a cabana do velho é a estrela e o outro ponto é o Templo do Tempo. O ponto acima de Eastern Abbey é a câmara inicial. Pode-se viajar de um ponto de shrine para outro simplesmente selecionando no mapa e usando a opção viajar. Rápido, prático e eficiente.

...

Este jogo é simplesmente incrível!!! Até onde sei não vi nada do muito - mas muito! - que tenho pela frente. Estou encantada, adorando, amando.

Nota 1.000.0000!


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(FF XV) Testando o Buff do Anel dos Lucii - Adamantoise? Angelus?

Por André Anastácio

Olá pessoal!
Pra quem ainda não sabe o update 1.07 já está disponível e, dentre outras coisas como a adição de uma versão alternativa do capítulo 13, tivemos também um buff misterioso no funcionamento do Anel dos Lucii. O trailer nos instigou sobre o quão potente o anel seria ao nos mostrar ele sendo usado contra o Adamantoise, e pra saber se a coisa realmente ia funcionar daquele jeito fui lá para testar e... Bem, vejam o resultado.
E já adianto que funciona para o Angelus também. Hora de todo mundo pegar seus V2 para o grupo inteiro lol

PS: Estou equipado com acessórios de magia, mas nem sei se isso realmente influencia. Caso descubra isso posteriormente volto aqui pra confirmar se é necessário ou não.



The Last Guardian, The Witcher 3 e Horizon Zero Dawn: em busca de um novo jogo.


Depois de jogar Final Fantasy XV, eu fiquei meio sem rumo. Tentei jogar:

- The Last Guardian, um jogo que acompanhei o desenvolvimento ao longo de toda sua conturbada história. Líndíssimo!!! Mas infelizmente tremendamente chato de jogar, entediante, monótono.

- The Witcher 3. Eu já tenho um histórico terrível de não me adaptar a rpgs ocidentais, mas fiz uma nova tentativa de tanto o povo do whatsapp falar deste jogo. Não passou de uma tentativa mesmo. Achei a trama muito violenta, não me conquistou. E aquela coisa de ficar lixeirando mato é um porre!

- Horizon Zero Dawn. A experiência com TW3 deveria ter sido suficiente para nunca mais chegar nem perto de outro rpg ocidental, mas minha vontade de jogar alguma coisa era tão grande e todo mundo enlouquecido com este jogo e comprei. O que achei?

O grande atrativo de Horizon é indubitavelmente o visual. Eles conseguiram uma paleta de cores que é inacreditavelmente belo. Mais do que belo, é deslumbrante! Quase vale jogar apenas para estar em um mundo tão bonito. The Last Guardian também é arrasadoramente bonito, de uma forma diferente, com uma atmosfera de sonho. Sinceramente não saberia dizer qual é mais belo.

Outra coisa que alegam ser um diferencial de Horizon são os mobs mecânicos e não seres vivos. Não vi grande diferença porque a aparência é animal, ou seja, são cavalos, girafas, aranhas, etc., só que mecânicos. Mas, ok. Tem lá sua graça.

Outro diferencial é a protagonista feminina e sem apelação sexual. Ela é bonita até, mas sua beleza não é o que importa e sim sua personalidade. Guerrilla Games tem todo meu respeito neste aspecto. Realmente fizeram uma protagonista que não me faz querer morrer de vergonha da minha espécie. Aloy tem uma personalidade tão vibrante e rica quanto a paleta de cores do jogo. No início do jogo a empresa força a barra, utilizando todo tipo de recurso para gerar empatia com a personagem. Começando com ela bebê, passando por sua infância e pré-adolescência até chegarmos aos seus 18 anos (acho que é isto), pegam pesado. Você tem que ter um coração de pedra para não sentir vontade de defender e ajudar Aloy. Mas, tirando esta apelação um pouco demasiada, o enredo é estupendo! Uma história criativa, ousada, diferente e riquíssima. Gostei demais!

Do mapa não posso falar muito, porque ainda não vi praticamente nada, apesar de saber que é imenso. Você tem que catar mato, mas felizmente é bem menos do que em TW3. Isto é essencial em Horizon, porque ela só recupera vida com estes matinhos (depois aprendi a criar poções com carne de animais selvagens, mas no começo dependia disto daí).

A câmera fixa e próxima demais é um problema durante os combates corpo a corpo.

A interface com o usuário é limitada ao básico do básico. Você tem as informações necessárias e nada mais do que isto. Acho que meio tendência do mundo isto. Você pode evoluir a personagem adquirindo skills. Pode optar por configurar melhor entre 3 perfis de personalidade: favorecendo o combate furtivo, o corpo a corpo ou as aquisições de cura e coleta ou um misto das 3, é bem livre.

É possível craftar e melhor tudo: roupas, armas, munições, poções e maletas. Tudo muito simples e intuitivo.

As armas, com exceção de uma lança inicial, são todas de tiro. Existem arcos de vários tipos, armadilhas, estilingues lançadores de bombas e outros que nem sei ainda para que servem.

O sistema de combate parece ser rico e divertido. Eu só não consegui me divertir, mas sei que muitos conseguem.

Então, este foi meu grande problema com o jogo. A falta de mira automática ou de poder centralizar o foco no alvo complica a vida de quem não é bom com mira, meu caso.

Eu poderia tentar jogar neste modo mais furtivo, mas sinceramente não curto este estilo de jogo. Poderia tentar aprender a jogar explorando todos os recursos, como as armadilhas, o slow motion (concentração), as bombas paralisantes ou congelantes, etc..., mas estou sem paciência.

Eu sei que tem toneladas de pessoas achando o sistema de combate o máximo. Ok. Eu não gostei. Simples assim.

Então, embora eu quisesse demais prosseguir na história da Aloy, não vou continuar por não ter me adaptado.

Não voltarei a jogar rpgs ocidentais por um bom tempo. Simplesmente não me cativam. Tem gente que gosta de amarelo e outros que gostam de vermelho. Eu gosto de rpgs japoneses. Fazer o quê?

Dia 4 de abril Persona 5 será lançado e é minha grande esperança.

Se tudo correr bem, estarei de volta em breve.

(FFXV) Capítulo 14 - Bora reclamar esse trono!


Por Brunoliveira

AVISO! Esse post contém spoilers sobre o final do jogo! Se não jogou ainda e não deseja saber, por favor não leia e nem veja os vídeos!

Trevas, breu, escuridão, é assim que começa o último capítulo do jogo. Bem, não é exatamente assim, tenho que voltar um pouquinho... Um longo tempo se passou desde que Noctis foi absorvido pelo cristal. Ele desperta em uma ilha, perto do Cais de Galdin e o barco de seu pai está ali, pronto para levá-lo até lá, Umbra também aparece para me fazer companhia! De cara, já percebo que esse mundo já não se parece em nada com o mundo que deixamos para trás no último capítulo, os demônios tomaram conta de tudo, o cais está todo destruído e uma horda interminável deles está na região. Vou lutando pelos caminhos disponíveis, recolho alguns itens e, quando saio da área onde seria o hotel do cais, encontro dois gigantes de ferro, começo a lutar com eles e logo recebo uma mãozinha daquelas: SHIIIVAAAA!!! Numa bela e congelante animação, hehe...


Bom, aqui não precisamos lutar contra todos os monstros, basta ir seguindo pela estrada para ativar o próximo evento da história, mas mesmo assim eu decido lutar contra alguns para testar minhas habilidades e juntar uma XP, nem me arrisco nos demônios da parede level 84, mas com as armas certas e um pouquinho de paciência dá pra vencer a grande maioria do restante. Quando (começo à perder) "enjoo" da brincadeira descido seguir pela estrada, a missão me diz que devo ir para Hammerhead. Sem carro, a pé, com esse bando de demônio à solta vai ser uma grande caminhada até lá! Me preparo para o sofrimento enquanto subo a estrada, quando chego no primeiro cruzamento vejo um carro ao longe. O veículo se aproxima e encosta, e fico muito feliz ao ver o rosto de um velho amigo, Talcott, que agora realmente está mais velho, assim como Noctis, que também tem uma aparência mais velha nessa parte do jogo. Ele informa que está indo para Hammerhead e levará o rei.

No caminho, ele explica brevemente o que todos fizeram durante os dez anos que se passaram. Noto que o cenário realmente está infestado de monstros, seria quase impossível fazer esse caminho todo na caminhada. Chegando em Hammerhead temos um reencontro emocionante com os bros. Queria rever os outros também e ver como ficaram envelhecidos (Cindy, Iris, Coru, Cid), mas fico só na vontade mesmo, e muito indignado pela Squenix ter me privado disso. Temos muito o que conversar e fazer para restaurar a luz do mundo, mas antes disso, decido ir para o trailer, mas ao invés de descansar, decido chamar o Umbra e voltar para o passado e resolver mais algumas coisas antes do gran finale, afinal, ainda tenho uma arma real pra pegar em Costlemark e quero ir pro final com todas.

Estou no cais de Caem. Assim que chego, recebo uma ligação de Cindy solicitando que eu me dirija até Hammerhead pois têm havido alguns tremores estranhos e os caçadores estão se reunindo para investigar o motivo. Antes de ir lá tenho que limpar uma quest aqui, aquela do mistério do papel que não consegui fazer lá no capítulo 8, lembram? Então, vou para o farol só que, ao invés de descer, eu subo e encontro o fragmento do mapa que eu precisava, aqui é também mais um ponto de foto, não abriu quest, mas tinha o ponto então resolvi tirar o retrato, hehehe... Já que estou aqui decido passar na minha plantação e planto mais cenouras, durmo na nossa casa e no dia seguinte colho as abençoadas e dessa vez troco por um item para o Regalia e fico com algumas no estoque para a próxima.

Enfim Sigo para Hammerhead, chegando lá falo com Cindy, que me informa que Dave está em Longwythe investigando a situação e pede que eu siga para lá para me atualizar com ele, Partiu! Chegando lá converso com ele para ativar um evento e de repente todas as pessoas que interagi durante as sidequests estão aqui e me dão itens e informações (Talcott, Iris, Taka, Cid, Dino, Coctura, a bruxa da floresta que esqueci o nome, Dave, Wyz, Vyv, Sania, Holly e Navyth) cada um me entrega um item e diz como os tremores estão afetando a sua vida. Por fim, ao falar com Dave, temos a opção de prosseguir com a missão. Prossigo para o local indicado e falo com Monica para receber uma breve explicação sobre uma lenda antiga de que a montanha era na verdade uma tartaruga gigante adormecida, após isso temos essa cena épica em que a Adamantoise desperta de vez, lol... Para terminar a missão só temos que fugir da área de impacto dela, ainda tento dar uns golpezinhos e desisto da luta por enquanto, mas à partir de agora podemos aceitar a caçada para derrotá-la! Já já, eu faço isso! Guenta aí!



Já que estou aqui, decido aproveitar pra farmar mais um pouco de PA e com isso consigo já quebrar o limite das técnicas do Ignis e preparar o campo para melhorar as magias.


Fugi o tanto que deu, agora não tenho mais opções, tenho que ir pra Costlemark, heheh... A dungeon em si, foi mais tranquila do que eu imaginava, quanto aos mobs, só tive muito trabalho com as bombas, mas a técnica do Gládio Impulso, com o limite de dano quebrado é ótima pra esses momentos em que estamos cercados de inimigos, a Subjugação do Ignis com o Arco do Inteligente equipado ajuda muito nos inimigos mais fortes, além disso, levo algumas experimâncias III para farmar um pouco de XP! Acho o minério do Dino logo no começo da descida, mas só saio daqui agora quando tiver terminado tudo.

O difícil da dungeon é acertar o puzzle!
O problema da Dungeon, meus amigos, é apenas a DESGRAMA do puzzle no final, para chegar no chefe e, consequentemente, na espada! São quatro cubos, posicionados em cada um dos quatro cantos da sala. Só um leva até o chefe, mas para poder fazer o caminho até ele você precisa primeiro interagir com todos os outros cubos e alguns tem mais de uma opção de caminhos, mas até aí tudo bem, o problema é que no final do caminho você obrigatoriamente deve enfrentar uma horda de demônios que contém gigantes de fogo, serpentes com cabeça humana, flans, goblins e todas as desgraças que você pode imaginar (mas calma, não tem Coeurl e nem Tomberrys, o que já é algo, hahahah).

Nunca mais pretendo entrar em contato com esses cubos
Depois da frustração de fazer o caminho errado algumas vezes e lutar com essa horda lazarenta diversas vezes (o que já era por volta de 5h00 da manhã) desisto de tentar e olho um vídeo guia no youtube para conseguir passar. Enfim chego na antecâmara do boss, recolho um item no chão e desço o elevador. A luta é bem bacana, o boss é forte, uma espécie de dragão, muito rápido e com ataques fortes, abuso das técnicas do Gládio e do Ignis sempre que posso e do Armiger para conseguir derrubar o monstrengo e ganhar a abençoada da última espada! Agora posso ir com tudo pro final. Mas primeiro, passo em Galdin para finalizar a história de Dino de uma vez por todas.

Bom, agora só me resta a quest do quadro de Vyv. Então, hora de voltar pra Altíssia. a missão está me direcionando para a lanchonete Maghoo, lá converso com Weskham e ele me dá algumas informações sobre o tal quadro, a missão é atualizada e eu tenho que aceitar uma caçada... Pois é, também tem caçadas pra fazer em Altíssia, fui pego de surpresa! Aceito a tal caçada e ao pedir informações na lanchonete o ponto da missão é marcado no meu mapa. Sigo para o local indicado, tenho que bater uma foto no momento em que o fantasma está saindo do quadro, Prompto faz isso automaticamente, à propósito, o fantasma é a caçada! Luto com o bicho, super tranquila a luta, depois só preciso seguir para Lestallum e entregar a foto para Vyv para terminar mais essa quest! Só fica pendente agora a quest de pesca do Navyth, que não quero fazer agora, ou seja, hora de viajar com o Umbra!
Final Fantasy XV terror! Hahaha...
De volta em Hammerhead do presente, não tem muito o que fazer aqui, dou uma explorada no local, mas não posso sair das dependências da instalação, que agora é cercada por grades, tem alguns NPC's pra interagir, mas só... Então, sigo para o portão para prosseguir com a história. Uma breve cena no acampamento acontece e, em seguida uma nova cena nos deixa na entrada de Insomnia, usando as roupas mais legais do jogo até agora, Noctis com traje de Rei e os Bros com roupas de Glaives. A cidade parece um cenário de The Walking Dead, tudo destruído, prédios em pedaços, carros virados, entulho por todos os lados... Demônios  e Magiteks também!

Vou explorando todos os cantos e encontro um lugar para dormir  e alguns itens nessa primeira parte, no final da rua principal não tem passagem pois está uma montanha de entulho gigante e aqui temos o primeiro sub-boss do final. Uma espéce de Louva-Deus/escorpião que coloca vários status negativos, o laço é mais do que bem vindo, mas apesar disso, ele não dá muito trabalho não, nem chego a usar o Armiger, que estou guardando pros desafios maiores, mas por sorte, consigo pela primeira vez invocar a Leviatã. Acho uma passagem pelo metrô para chegar na segunda metade, ela está infestada de soldados Magitek, mas não dão trabalho se estiver com level alto e bem equipado.


Do outro lado, mais do mesmo, estamos às portas do castelo, mas antes disso tenho que lidar com mais demônios e mais um boss. Outro dragão que usa gelo, mas fora isso não dá muito trabalho, uso magias nele também e as técnicas ajudam a dar conta do desafio. Exploro um pouco essa região, mas não temos nada de útil por aqui, Entro na Citadela e agora estamos de cara com os acontecimentos finais. A entrada do castelo é enorme, mas assim como o resto da cidade, não tem nada demais, apenas alguns itens, nem inimigos temos por aqui.



Chegando na entrada do castelo Ardyn dá as caras e nos deixa com mais um boss para derrubar: IFRIT! A luta é intensa, ele tem muito HP e os golpes tiram bom dano, uso magias de gelo, mas não são tão efetivas, Subjugação com o arco funcionou muito melhor. Em determinado momento recebo uma ajudinha de Bahamut em uma cena de tirar o fôlego, uma das melhores (senão a melhor) do jogo. Ifrit se levanta e a luta fica mais intensa, agora vejo a necessidade de usar aquele Armiger que eu tava guardando e, alguns golpes depois temos mais uma cena, uma entrada triunfal de Shiva, que dá fim de uma vez à luta. Recebo o fragmento do Infernian (não sei pra quê, se não podemos invocar ele) e sigo para o castelo. Mais diálogos dos bros, mais cenas, Noctis pede para escolher uma foto entre as que Prompto tirou e aqui podemos escolher livremente a que mais nos agradou, vocês vão entender o motivo disso já já, o que vale dizer é que esse momento é marcante, quase como se revivêssemos através das fotos tudo o que aconteceu até aqui... Na sala do trono temos mais uma cena e me vejo sozinho novamente, sem os Bros. Sigo Ardyn e a luta final tem início.

Ele é um inimigo rápido, aconselho explorar bem os momentos entre um golpe e outro pra atacar, preferência para armas mais rápidas como lanças e adagas, ele tem bastante HP, mas não é muito difícil de derrotar, depois disso mais uma ceninha, ambos ativam seus Armigers (nem sabia que Ardyn tinha também) e a luta recomeça. Essa parte é estranha, do mesmo jeito que foi com o Leviatã, às vezes parecia que eu estava apanhando e estava batendo e vice-versa, no final, os dois caem cansados, outra parte estranha, Noctis está fraco demais pra atacar enquanto Ardyn está prestes à matá-lo, mas por fim consigo encaixar alguns golpezinhos e a luta, por fim, termina. Agora só sentar, relaxar e assistir as ótimas cenas do final. Sabe aquela foto que vc escolheu? Então, ela vai aparecer nesse final em algum momento e é a mesma que vai aparecer no seu certificado de conclusão, heheh...

Por fim o game acaba e fica aquele vazio, não sei vocês, mas fiquei com a sensação de quero mais nesse final. Queria saber o que aconteceu com os bros, não falam nada sobre Coru, Cindy,Iris, Talcott... Nada sobre como o mundo ficou, se vc assistir todas as cenas pós crédito (alô Marvel), vai ficar mais em dúvida ainda, pois no epílogo temos uma cena de Notcis e Luna, como se estivessem na sala do trono em Insomnia. Como assim? Foi tudo sonho? Ou esse segundo final seria o sonho de Noctis? O que vai acontecer agora com Lucis sem o anel e a família Real? Os seis vão ter como agir? E as armas reais? Foram banidas tb junto com o anel? Noctis morreu mesmo? Enfim, o final só deixa mais perguntas, por mais que as cenas tenham sido lindas e emocionantes, acho que faltou mais, pelo menos pra mim... E vocês, o que acharam desse final do game? Pra mim, poderia ser melhor, com certeza, mas foi ótimo até aqui! Vamos ver como será esse pós game!

Achei sensacional o fato do logo mudar depois que termina o jogo!